Quinta Parte*
_____________
Em algum lugar na França, 29 de Junho:
O dia tinha sido cheio e perturbador para todos naquela casa, Josh já não aguentava de dor de cabeça e enchia a cara quieto em seu escritório. Addam estava agora no quarto de Lizzy que dormiu por conta dos calmantes que lhe foram dados.
Algumas horas antes após aquela conversa terminada desastrosamente, Addam e Josh sentaram para conversar com Lizzy, que por sua vez resolveu que iria atrás de sua mãe naquele mesmo instante. Foi, contudo impedida por seu pai que lhe deu alguns comprimidos.
Agora o que lhes restavam era esperar. Esperar amanhecer, esperar Lizzy acordar e esperar para ver qual seria sua decisão...
Em algum lugar na Inglaterra, 01 de Julho:
- Como assim ela, e-ela, ... Está morta??? - Choramingava Lizzy enquanto falava com seu avô que acabara de conhecer.
sr.Herman ainda emocionado com o fato de ver agora sua neta após tantos anos à respondia com lágrimas nos olhos. - Faz alguns dias apenas, foi quando um daqueles forasteiros, aqueles forasteiros que te roubaram a primeira vez que os vi, apareceu por aqui. Após ele ter ido embora à deixou transtornada, só chorava pelos cantos, não dizia nada com nada, e um dia, bem. - sr.Herman fez uma longa pausa, colocou as mãos em sua testa como tentando esconder as lágrimas, e por fim disse. - Bem, um dia encontramos ela morta no meio de alguns arbustos. Foi suicídio.... - Balbuciou algo parecido com uma lamentação e tentou conter seu choro.
- Ela tinha, um marido certo? Onde ele está agora?... - Lizzy não conseguia acreditar no que acabara de ouvir, era esmagador demais descobrir que tem uma mãe e logo depois saber que esta mesma se matou.
- Eles se separaram há um tempo, nunca mais o vi, dizem que agora ele vive por ai se embebedando... Coitado, não aguentou o peso de perder uma filha. - Dizia o sr.Herman em tom de melancolia.
- Espera, ele, você, ninguém daqui sabe? - Dizia Lizzy um tanto quanto confusa.
- Que você voltou? Bom, o boato já deve ter se espalhado pela cidade, mas nem mesmo sei se Gambith ainda está por esses lados. - Respondeu o avô de Lizzy em tom de calmaria melancólica sem desconfiar de nada.
- Eu pensei que meu pai e minha mãe já tivessem contado tudo para todos aqui, mas vejo que não, então, bom, preciso esclarecer. - Lizzy agora tomava um copo de água com açúcar sentada na sala do que deveria ter sido sua casa ao lado do cara que agora descobrira seu avô.
- Não estou entendendo mais nada minha cara, comece por favor, já está me dando comichão.
- Aqueles dois forasteiros que me roubaram naquela noite eram irmãos. Ambos tinham tido um caso com minha mãe quando ela já estava casada com Gambith...
"... Porém, dos dois o único que ficou perdidamente apaixonado foi Josh, e minha mãe havia lhe prometido divorciar-se para poder viver com ele, mas nunca cumpriu sua promessa.
Quando engravidou ficou desesperada, pois não podia dizer quem era o verdadeiro pai da criança, mas como era casada com Gambith teve de dizer que o filho era dele.
Josh e Addam sabiam, contudo, de que não era Gambith o pai, mas também não sabiam qual dos dois eram o verdadeiro pai. Até que uns dias atrás meu pai verdadeiro, Addam veio aqui tirar tudo à limpo.
Quando chegou lá em casa, na França, nos disse tudo.
Ele havia combinado com Belatriz que iria contar tudo para nós, e deixou para ela a tarefa de contar para todos daqui. - Lizzy faz uma pausa, deixou algumas lágrimas caírem, e disse por fim: - Deve ter sido por isso que ela ficou tão perturbada."
sr.Herman que ouvia à tudo atento estava agora com os olhos arregalados, surpreso, realmente surpreso, decepcionado, triste, e surpreso, muito surpreso com tudo que acabara de ouvir.
Mostrando postagens com marcador Atos Consequenciados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Atos Consequenciados. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Atos Consequenciados
Quarta Parte*
____________
Em algum lugar na França, 28 de Junho:
- Paaaaaaai! - Gritava de felicidade Lizzy quando viu que seu pai havia chego de viagem.
- Pequena Lizzy, como estou com saudades, como é bom estar em casa novamente. - Addam à respondia junto com um caloroso abraço em sua pequena Lizzy.
- Ora, ora, se não é nosso viajante. - Josh saudava Addam quando o avistou na sala abraçando a pequena Lizzy.
Em algum lugar na França, 29 de Junho:
- Eu falei com Belatriz, e agora preciso falar com você, mas primeiro vamos à um lugar reservado. - Dizia Addam à seu irmão Josh enquanto o levava à seu escritório.
Os dois entraram naquele cúbiculo de bagunça e trancaram a porta rapidamente. Belatriz que passava pelo corredor naquele instante estranhou o fato de seu pai Addam e seu pai Josh terem trancado a porta e ficou ali escondida tentando ouvir fragmentos da conversa.
- Como assim? Eu sempre pensei que fosse eu! Como ela pôde enganar-me tanto? E mais, como pode estar enganando o Gambith a tanto tempo?? - Dizia Josh tentando acalmar-se para não começar a falar aos berros.
- Acalme-se, ou quer que todos ouçam? Já se esqueceu que nossa pequena Lizzy está em casa e ainda não sabe de nada? - Esbravejava Addam já ficando vermelho.
Josh já havia pego um copo com whisky e Addam acabara de fazer o mesmo, agora os dois embebedavam-se sentados um à frente do outro relembrando o passado complicado que os dois carregavam nas costas.
- Está esperando o que pra começar a falar?
- Ok, primeiro, à partir de agora combinemos que nossa pequena Lizzy não precisará mais chamar à nos dois de pai, porquê assim que terminar de te contar iremos chamá-la pra esclarecer tudo, está de acordo?
- Confesso que vai me doer muito vê-la me chamar de tio, pois como sabe realmente à considero filha, mas sim, estou de acordo. - Josh Deu-se por vencido, concordando com os termos do irmão (apesar de estar sofrendo com tais termos).
- Primeiro, como já desconfiávamos, Lizzy é minha filha. Segundo, a mãe é realmente a Belatriz. - Disse este ultimo ironicamente. - E terceiro, até hoje só eu e ela sabíamos disso.
Josh com lágrimas nos olhos e contendo-se para não ir agora mesmo atrás de Belatriz e matá-la, choramingou:
- E o marido dela? Aquele tal, ... Gambith o nome dele não? Não sabe e nem vai ficar sabendo de nada?
No momento em que Josh terminou de pronunciar este ultimo Lizzy entrou no quarto gritando aos prantos:
- Como vocês puderam esconder tantas coisas de mim?? Eu pensei que minha mãe estivesse morta! Onde ela mora? Quero conhecê-la, como vocês puderam? Eu odeio vocês, odeio...
- Por favor, tente não se exaltar, se estava ouvindo tudo também deve ter ouvido que íamos esclarecer tudo! - Addam tentava acalmar Lizzy que não parecia estar em seu perfeito juízo.
____________
Em algum lugar na França, 28 de Junho:
- Paaaaaaai! - Gritava de felicidade Lizzy quando viu que seu pai havia chego de viagem.
- Pequena Lizzy, como estou com saudades, como é bom estar em casa novamente. - Addam à respondia junto com um caloroso abraço em sua pequena Lizzy.
- Ora, ora, se não é nosso viajante. - Josh saudava Addam quando o avistou na sala abraçando a pequena Lizzy.
Em algum lugar na França, 29 de Junho:
- Eu falei com Belatriz, e agora preciso falar com você, mas primeiro vamos à um lugar reservado. - Dizia Addam à seu irmão Josh enquanto o levava à seu escritório.
Os dois entraram naquele cúbiculo de bagunça e trancaram a porta rapidamente. Belatriz que passava pelo corredor naquele instante estranhou o fato de seu pai Addam e seu pai Josh terem trancado a porta e ficou ali escondida tentando ouvir fragmentos da conversa.
- Como assim? Eu sempre pensei que fosse eu! Como ela pôde enganar-me tanto? E mais, como pode estar enganando o Gambith a tanto tempo?? - Dizia Josh tentando acalmar-se para não começar a falar aos berros.
- Acalme-se, ou quer que todos ouçam? Já se esqueceu que nossa pequena Lizzy está em casa e ainda não sabe de nada? - Esbravejava Addam já ficando vermelho.
Josh já havia pego um copo com whisky e Addam acabara de fazer o mesmo, agora os dois embebedavam-se sentados um à frente do outro relembrando o passado complicado que os dois carregavam nas costas.
- Está esperando o que pra começar a falar?
- Ok, primeiro, à partir de agora combinemos que nossa pequena Lizzy não precisará mais chamar à nos dois de pai, porquê assim que terminar de te contar iremos chamá-la pra esclarecer tudo, está de acordo?
- Confesso que vai me doer muito vê-la me chamar de tio, pois como sabe realmente à considero filha, mas sim, estou de acordo. - Josh Deu-se por vencido, concordando com os termos do irmão (apesar de estar sofrendo com tais termos).
- Primeiro, como já desconfiávamos, Lizzy é minha filha. Segundo, a mãe é realmente a Belatriz. - Disse este ultimo ironicamente. - E terceiro, até hoje só eu e ela sabíamos disso.
Josh com lágrimas nos olhos e contendo-se para não ir agora mesmo atrás de Belatriz e matá-la, choramingou:
- E o marido dela? Aquele tal, ... Gambith o nome dele não? Não sabe e nem vai ficar sabendo de nada?
No momento em que Josh terminou de pronunciar este ultimo Lizzy entrou no quarto gritando aos prantos:
- Como vocês puderam esconder tantas coisas de mim?? Eu pensei que minha mãe estivesse morta! Onde ela mora? Quero conhecê-la, como vocês puderam? Eu odeio vocês, odeio...
- Por favor, tente não se exaltar, se estava ouvindo tudo também deve ter ouvido que íamos esclarecer tudo! - Addam tentava acalmar Lizzy que não parecia estar em seu perfeito juízo.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Atos Consequenciados
Terceira Parte*
_________________
Algum lugar na Inglaterra, 03 de Dezembro:
O vento fazia seu passeio matinal de todos os dias, começava um tanto quanto feroz lá no começo da rua e quando chegava no final onde se situava a casa dos Petrovicky já não passava de uma simples brisa, deixando assim a impressão de calmidão naquele quarteirão, mas esta era somente uma impressão, não se passava disso, impressão, pois lá, na casa dos Petrovicky o que reinava com certeza não era a calma, mas sim a tensão, pura e tão somente isso, a tensão!
- Como poderei guardar isso comigo Rose? Como poderei? Um dia eles descobrirão, e mesmo que não o façam levarei o peso de ter uma filha perdida para o resto de minha vida! E o pior, Gambith também levará este peso, e na verdade... - Belatriz fez uma pausa enquanto tentava segurar suas lágrimas falando com sua criada. - Na verdade esse peso nem mesmo é dele!
- Você não pode falar nada! Você não faz noção de onde ele possa ter ido? Namorou ele às escondidas durante tanto tempo e não lembra nem de um simples comentário que ele possa ter feito sobre algum lugar que ele tivera vontade de morar? - Respondeu sua criada tentando dar uma saída para Belatriz que agora se encontrava em um labirinto.
- Não, ele sempre gostou de morar aqui, sempre adorou a vida dele! Não sei, não me lembro, não aguento mais!!... - Dito isso deitou-se novamente em sua cama e ficou ali choramingando com seu coração dilacerado.
Anos mais tarde...
Em algum lugar na França, 25 de junho:
- Ei, ei mocinha, onde pensa que vai nesses trajes? - Disse Josh Boungartner assustado, enciumado e aborrecido ao ver sua filha Lizzy Boungartner vestida em um vestido vermelho e um espartilho um tanto quanto muito apertado (o que realçava ainda mais sua bela forma) da mesma cor do vestido.
- Primeiro, não sou mais mocinha papai, 21 anos, se lembra? Não preciso mais de permissões e nem de dar explicações, maaas, como eu amo muito esse meu papai turrão eu digo. Vou sair com o Pietro, lembra? Alto, moreno e normalmente te chama respeitosamente de sogro?
- Ah sim, 21 anos. Como poderia eu me esquecer de que está agora com a idade em que eu estava quando fui te buscar!
Belatriz sentou-se ao lado de seu pai, mostrando-se agora interessada, ficou ali um tempo só fitando o nada, e por fim disse:
- Nunca entendi bem essa história pai, se você me explicar ela todinha agora eu deixo de sair com o Pietro, topa?
- Você vai se atrasar, ele já deve estar chegando. Não chegue muito tarde, estarei acordado quando chegar! - Disse Josh desviando-se do assunto e indo para seu bar particular situado em um canto discreto de sua enorme casa.
- Está bem, já sei que não vai adiantar.. Então estou indo, te amo. - Lizzy já se escusando da sala resolveu voltar e dar um beijo e um abraço um tanto quanto carinhoso em seu pai e por fim desapareceu pela porta da frente.
_________________
Algum lugar na Inglaterra, 03 de Dezembro:
O vento fazia seu passeio matinal de todos os dias, começava um tanto quanto feroz lá no começo da rua e quando chegava no final onde se situava a casa dos Petrovicky já não passava de uma simples brisa, deixando assim a impressão de calmidão naquele quarteirão, mas esta era somente uma impressão, não se passava disso, impressão, pois lá, na casa dos Petrovicky o que reinava com certeza não era a calma, mas sim a tensão, pura e tão somente isso, a tensão!
- Como poderei guardar isso comigo Rose? Como poderei? Um dia eles descobrirão, e mesmo que não o façam levarei o peso de ter uma filha perdida para o resto de minha vida! E o pior, Gambith também levará este peso, e na verdade... - Belatriz fez uma pausa enquanto tentava segurar suas lágrimas falando com sua criada. - Na verdade esse peso nem mesmo é dele!
- Você não pode falar nada! Você não faz noção de onde ele possa ter ido? Namorou ele às escondidas durante tanto tempo e não lembra nem de um simples comentário que ele possa ter feito sobre algum lugar que ele tivera vontade de morar? - Respondeu sua criada tentando dar uma saída para Belatriz que agora se encontrava em um labirinto.
- Não, ele sempre gostou de morar aqui, sempre adorou a vida dele! Não sei, não me lembro, não aguento mais!!... - Dito isso deitou-se novamente em sua cama e ficou ali choramingando com seu coração dilacerado.
Anos mais tarde...
Em algum lugar na França, 25 de junho:
- Ei, ei mocinha, onde pensa que vai nesses trajes? - Disse Josh Boungartner assustado, enciumado e aborrecido ao ver sua filha Lizzy Boungartner vestida em um vestido vermelho e um espartilho um tanto quanto muito apertado (o que realçava ainda mais sua bela forma) da mesma cor do vestido.
- Primeiro, não sou mais mocinha papai, 21 anos, se lembra? Não preciso mais de permissões e nem de dar explicações, maaas, como eu amo muito esse meu papai turrão eu digo. Vou sair com o Pietro, lembra? Alto, moreno e normalmente te chama respeitosamente de sogro?
- Ah sim, 21 anos. Como poderia eu me esquecer de que está agora com a idade em que eu estava quando fui te buscar!
Belatriz sentou-se ao lado de seu pai, mostrando-se agora interessada, ficou ali um tempo só fitando o nada, e por fim disse:
- Nunca entendi bem essa história pai, se você me explicar ela todinha agora eu deixo de sair com o Pietro, topa?
- Você vai se atrasar, ele já deve estar chegando. Não chegue muito tarde, estarei acordado quando chegar! - Disse Josh desviando-se do assunto e indo para seu bar particular situado em um canto discreto de sua enorme casa.
- Está bem, já sei que não vai adiantar.. Então estou indo, te amo. - Lizzy já se escusando da sala resolveu voltar e dar um beijo e um abraço um tanto quanto carinhoso em seu pai e por fim desapareceu pela porta da frente.
domingo, 19 de setembro de 2010
Atos Consequenciados
Segunda Parte*
_______________
Em algum lugar na Inglaterra, 2 de Dezembro:
Todos já estavam dormindo em seus quartos. O silêncio era o único barulho que se ouvia a não ser pelos gritos de Belatriz Petrovicky que se iniciaram a alguns segundos atrás. "Onde está ela? Eu quero minha filha! Suas criadas inúteis, não conseguem nem dar conta de uma criança de 3 meses durante algumas horas" - Gritava Belatriz enquanto quebrava tudo que via em sua frente.
Alguns minutos de gritaria e pronto, a casa toda já estava alarmada, chiados aqui, chiados ali, e os gritos de Belatriz, era isso que se ouvia até seu pai chegar, uma figura que empunha respeito, de voz grossa e os cabelos já grisalhos:
- Mas que droga que está havendo aqui? Alguém pode me explicar? - Praguejava sr.Herman Petrovicky.
Belatriz foi correndo em direção ao pai e aos prantos lhe pediu (ou melhor, lhe implorou):
- Pai, a Lizzy pai, ela sumiu, mande seu pessoal procurá-la, minha Lizzy, quero ela aqui comigo ainda hoje, por favor! - Choramingava ela deixando seu pai mais nervoso do que já estava.
- Ora essa, onde está o pai da criança nessas horas?
Gambith Petrovicky (adotou o sobrenome daquela família podre de rica ao se casar com Belatriz Petrovicky, a única herdeira), um sujeito um tanto quanto vagabundo, esta era a definição perfeita para ele, vagabundo, até mesmo para falar tinha um jeito mole, tão mole que chegava a ser até sedutor. Fazia as mulheres caírem aos seus pés com um simples olhar, alto, tipo atlético, e aquele olhar, era fatal!
- Acalme-se sogrinho, acalme-se, estou aqui! - Disse Gambith em tom sarcástico enquanto colocava o casaco para sair à procura daquela criaturinha.
- O que está fazendo aqui ainda? - Respondeu o "sogrinho" parecendo um cão raivoso.
Algumas horas depois:
- Senhor nós percorremos por tudo quanto é lugar, dentro e fora da fazenda. Não achamos ninguém. Só algumas pessoas diziam ter visto dois forasteiros carregando uma criança, mas não os encontramos, eles ja devem estar longe... - Disse o comandante dos capangas do sr.Herman.
- Aqueles dois, eu sabia que havia algo suspeito neles! - Disse o sr.Herman quase inaudívelmente. - Agora só podemos esperar pela polícia, o que é praticamente a mesma coisa que nada!
Alguns minutos depois Gambith chegou sem nada nas mãos e nem uma notícia, não sabia nem dos forrasteiros.
- Seu emprestável, eu te odeio, eu te odeio, eu te odeio... - Dizia repetidas vezes enquanto batia no marido, até que caiu de joelhos chorando e o marido à levou para cama e ficou la junto dela até adormecerem juntos.
_______________
Em algum lugar na Inglaterra, 2 de Dezembro:
Todos já estavam dormindo em seus quartos. O silêncio era o único barulho que se ouvia a não ser pelos gritos de Belatriz Petrovicky que se iniciaram a alguns segundos atrás. "Onde está ela? Eu quero minha filha! Suas criadas inúteis, não conseguem nem dar conta de uma criança de 3 meses durante algumas horas" - Gritava Belatriz enquanto quebrava tudo que via em sua frente.
Alguns minutos de gritaria e pronto, a casa toda já estava alarmada, chiados aqui, chiados ali, e os gritos de Belatriz, era isso que se ouvia até seu pai chegar, uma figura que empunha respeito, de voz grossa e os cabelos já grisalhos:
- Mas que droga que está havendo aqui? Alguém pode me explicar? - Praguejava sr.Herman Petrovicky.
Belatriz foi correndo em direção ao pai e aos prantos lhe pediu (ou melhor, lhe implorou):
- Pai, a Lizzy pai, ela sumiu, mande seu pessoal procurá-la, minha Lizzy, quero ela aqui comigo ainda hoje, por favor! - Choramingava ela deixando seu pai mais nervoso do que já estava.
- Ora essa, onde está o pai da criança nessas horas?
Gambith Petrovicky (adotou o sobrenome daquela família podre de rica ao se casar com Belatriz Petrovicky, a única herdeira), um sujeito um tanto quanto vagabundo, esta era a definição perfeita para ele, vagabundo, até mesmo para falar tinha um jeito mole, tão mole que chegava a ser até sedutor. Fazia as mulheres caírem aos seus pés com um simples olhar, alto, tipo atlético, e aquele olhar, era fatal!
- Acalme-se sogrinho, acalme-se, estou aqui! - Disse Gambith em tom sarcástico enquanto colocava o casaco para sair à procura daquela criaturinha.
- O que está fazendo aqui ainda? - Respondeu o "sogrinho" parecendo um cão raivoso.
Algumas horas depois:
- Senhor nós percorremos por tudo quanto é lugar, dentro e fora da fazenda. Não achamos ninguém. Só algumas pessoas diziam ter visto dois forasteiros carregando uma criança, mas não os encontramos, eles ja devem estar longe... - Disse o comandante dos capangas do sr.Herman.
- Aqueles dois, eu sabia que havia algo suspeito neles! - Disse o sr.Herman quase inaudívelmente. - Agora só podemos esperar pela polícia, o que é praticamente a mesma coisa que nada!
Alguns minutos depois Gambith chegou sem nada nas mãos e nem uma notícia, não sabia nem dos forrasteiros.
- Seu emprestável, eu te odeio, eu te odeio, eu te odeio... - Dizia repetidas vezes enquanto batia no marido, até que caiu de joelhos chorando e o marido à levou para cama e ficou la junto dela até adormecerem juntos.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Atos Consequenciados
Primeira Parte*
___________________
Algum lugar na Inglaterra, 02 de Dezembro:
Ele conseguia ouvir o vento uivando em seus ouvidos, podia sentir o cheiro da tempestade que se aproximava. A lua era cheia, as ruas estavam vazias e já não se ouvia mais pessoas falando, era o cenário perfeito para um filme de terror.
Josh Boungartner um garoto de apenas 21 anos de idade (podia, porém, acrescentar dez anos a sua idade por ter tido tantas experiências de vida), estava agora segurando uma garotinha com apenas alguns meses de vida. Como és linda - pensava ele, e não se cansava de analisar de pertinho as feições de sua filha -. Tinha os cabelos desgrenhados naqueles cachos lisos, da mesma cor de seus olhos que por sua vez tinham a cor da noite,oh, aqueles olhos, pareciam duas azeitonas, e se ficasse olhando por muito tempo era capaz de perder-se ali e não voltar mais e acariciar sua pele era como passar a mão em veludo.
- Me lembra tanto sua mãe, aquele mulherão, toda vez que a via ficava embasbacado, e tenho certeza que vai causar a mesma sensação em outros marmanjos quando crescer filhinha. Como te amo, amo tanto, não suportaria ficar sem te ver novamente... - Dizia Josh enquanto ficava ali por horas olhando sua pequena criatura por horas seguidas.
- Vamos logo, não temos todo tempo do mundo e logo vão estar procurando pela criança! - Disse Addam Boungartner (seu irmão), tirando-o de seus devaneios, acordando-o daquele mundo secreto em que só se encontravam ele (Josh) e sua filhinha (Lizzy).
Os irmãos até que eram bem parecidos, ambos eram altos com os cabelos e olhos da cor da noite, porém Josh tinha os cabelos mais cacheados que Addam, este por sua vez tinha a pele mais morena, e no final era difícil decidir qual o mais belo.
Os dois voltaram a andar e Josh voltou a cobrir Lizzy com uma manta para pelo menos tentar disfarçar (apesar de ser impossível esconder uma criança nessas circunstâncias).
- É, vamos nos apressar! - Respondeu Josh. Dito isso começaram a andar mais rápido e passados 5 minutos já estavam sãos e salvos em casa (ou não).
- Estão querendo morrer ou me matar? Têm noção de como demoraram? Sabiam que já se passou mais de duas horas que saíram de casa? - Choramingou Rosalie Boungartner aflita ao perceber que seus irmãos chegaram. - Como ela é linda!. - Disse enquanto pegava Lizzy em seu colo.
___________________
Algum lugar na Inglaterra, 02 de Dezembro:
Ele conseguia ouvir o vento uivando em seus ouvidos, podia sentir o cheiro da tempestade que se aproximava. A lua era cheia, as ruas estavam vazias e já não se ouvia mais pessoas falando, era o cenário perfeito para um filme de terror.
Josh Boungartner um garoto de apenas 21 anos de idade (podia, porém, acrescentar dez anos a sua idade por ter tido tantas experiências de vida), estava agora segurando uma garotinha com apenas alguns meses de vida. Como és linda - pensava ele, e não se cansava de analisar de pertinho as feições de sua filha -. Tinha os cabelos desgrenhados naqueles cachos lisos, da mesma cor de seus olhos que por sua vez tinham a cor da noite,oh, aqueles olhos, pareciam duas azeitonas, e se ficasse olhando por muito tempo era capaz de perder-se ali e não voltar mais e acariciar sua pele era como passar a mão em veludo.
- Me lembra tanto sua mãe, aquele mulherão, toda vez que a via ficava embasbacado, e tenho certeza que vai causar a mesma sensação em outros marmanjos quando crescer filhinha. Como te amo, amo tanto, não suportaria ficar sem te ver novamente... - Dizia Josh enquanto ficava ali por horas olhando sua pequena criatura por horas seguidas.
- Vamos logo, não temos todo tempo do mundo e logo vão estar procurando pela criança! - Disse Addam Boungartner (seu irmão), tirando-o de seus devaneios, acordando-o daquele mundo secreto em que só se encontravam ele (Josh) e sua filhinha (Lizzy).
Os irmãos até que eram bem parecidos, ambos eram altos com os cabelos e olhos da cor da noite, porém Josh tinha os cabelos mais cacheados que Addam, este por sua vez tinha a pele mais morena, e no final era difícil decidir qual o mais belo.
Os dois voltaram a andar e Josh voltou a cobrir Lizzy com uma manta para pelo menos tentar disfarçar (apesar de ser impossível esconder uma criança nessas circunstâncias).
- É, vamos nos apressar! - Respondeu Josh. Dito isso começaram a andar mais rápido e passados 5 minutos já estavam sãos e salvos em casa (ou não).
- Estão querendo morrer ou me matar? Têm noção de como demoraram? Sabiam que já se passou mais de duas horas que saíram de casa? - Choramingou Rosalie Boungartner aflita ao perceber que seus irmãos chegaram. - Como ela é linda!. - Disse enquanto pegava Lizzy em seu colo.
Assinar:
Postagens (Atom)